A Familia Galvão No Rio Grande do Norte

esta e minha linhagem familiar A família noRio Grande do Norte A históriaaponta que Manoel Lopes Galvão esteve no Rio Grande do Norte, em 1640. Elefazia parte da esquadra do Conde da Torre e participou da lendária batalhamarítima, entre os dias 12 e 17 de janeiro, contra os holandeses. Depois de umaviolenta luta no mar, 1.400 homens desembarcaram na capitania sob o comando domestre-de-campo Luís Barbalho Bezerra. Este evento ficou conhecido como“retirada de Barbalho”, pois a tropa resolveu voltar para a Bahia passando a pépor Pernambuco, território holandês. Além de ManoelLopes Galvão, estiveram nesse evento Francisco Barreto, Hilário Nunes de Matos,Amaro Velho de Cerqueira, Lourenço de Brito Correia, Manuel de Hinojosa,Lourenço Cavalcanti de Albuquerque, Manuel Camelo, Manuel Alves, Manuel de Araújo,Pedro Gomes, Manuel Carvalho Fialho, Pedro de Oliveira, Pedro do Canto Coelho,Francisco Pereira Guimarães, Gregório Peixoto, Antônio de Andrade, Ascenso daSilva, Pedro de Miranda, Antônio da Cunha Abreu e os irmãos Valentim e LuísPedroso de Barros. Observem que a maioria desses personagens históricos trazemos sobrenomes conhecido na atualidade e que, possivelmente, são os fundadoresdas famílias atuais. ManoelLopes Galvão ainda esteve no quilombo de palmares, onde foi o responsável pelosdisparos que feriu o líder Zumbi, em 1676. Nesses eventos, Francisco LopesGalvão, seu irmão, também deveria estar ao seu lado. Depois do domínioholandês, esse Francisco Lopes Galvão era Sargento-mor e veio para o Rio Grandedo Norte, passando a morar no povoado de Goianinha, onde casou-se com uma netade João Lostal Navarro[5], Joanna Dorneles Pimentel.Um de seus três filhos, Cipriano Lopes Pimentel, foi dono de terras em Barra doCunhaú. CiprianoLopes Pimentel casou-se com Tereza da Silva e tiveram sete filhos. Um deles,Cipriano Lopes Galvão, fundou a família Galvão na região do Seridó, no RioGrande do Norte. Outro filho, ou neto, Lázaro Lopes Galvão, que casou comIsabel de Bezerril, foi Presidente da Câmara Municipal em Vila Flor[6] entre 1813 e 1817. Lázaro Galvãodeveria ser um político de prestígio e aliado da família Maranhão, no início doséculo XIX. Dessa forma deve ter sido perseguido pelo apoio dado ao movimentorevolucionário de 1817[7], que implantaria oprimeiro regime republicano no Brasil.